«"Não se governam, nem se deixam governar": Perenidade da expressão da relação dos Portugueses com os seus líderes (auto e hetero-imagem, no período medieval e na atualidade)»


Autor Dias, Isabel de Barros

Título "Não se governam, nem se deixam governar": Perenidade da expressão da relação dos Portugueses com os seus líderes (auto e hetero-imagem, no período medieval e na atualidade)

Título revista/libro Limite. Revista de Estudios Portugueses y de la Lusofonia

Año 2015

Volumen 9

Páginas 383-400


Resumen
Estudo do cliché de acordo como qual os portugueses, «Não se governam, nem se deixam governar» em blogues e na imprensa online, contrastando estas ocorrências com alguns antecedentes medievais desta ideia que se encontram em crónicas medievais. São salientados aspetos como os seguintes: a perenidade e a recorrência da expressão em momentos de crise, bem como a sua polissemia e as diferentes interpretações que suscitou. É ainda sublinhado o facto de ser possível encontrar auto e hetero-imagens dos Portugueses já em textos bastante antigos

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