«Duarte de Resende, trovador y traductor de Cicerón»


Autor Tarrío, Ana María S.

Título Duarte de Resende, trovador y traductor de Cicerón

Otros autores V. Beltran - J. Paredes

Título revista/libro Convivio. Cancioneros peninsulares

Ciudad Granada

Editorial Ediciones Universidad de Granada

Año 2010

Páginas 197-213


Resumen
A tradução de Duarte de Resende está marcada pelo humanismo e petrarquismo cultivados na corte de D. Manuel, com toques também de erasmismo, conciliando a ética antiga com os ideais corteses e cavaleirescos e com as formas poéticas da época. O seu ponto de partida foi uma edição de Erasmo, como tinham feito os seus coetâneos Damião de Góis e João de Barros. A sua técnica de tradução assemelha-se à dos seus contemporâneos do Cancioneiro de Resende, situando-se a meio caminho entre as formas típicas do anterior período da dinastia de Avis e a época de Camões. A autora analisa as suas características mais notórias: enobrecimento da língua materna, uso de estruturas binárias paralelas, afastamento moderado de cultismos que, no entanto, são aceites em maior quantidade do que a que se verifica com os seus coetâneos, tradução ad sensum e esforço para evitar glosas e explicações interpoladas

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