«Entre praguentos e discretos: polêmicas dramáticas no quinhentismo português»


Autor Muniz, Márcio Ricardo Coelho

Título Entre praguentos e discretos: polêmicas dramáticas no quinhentismo português

Otros autores Coord. M. Simó - Ed. G. Avenoza - A. Contreras - G. Sabaté - L. Soriano

Título revista/libro "Prenga xascú ço qui millor li és de mon dit". Creació, recepció i representació de la literatura medieval

Ciudad San Millán de la Cogolla

Editorial Cilengua

Año 2021

Páginas 273-281

Colección Instituto Literatura y Traducción, 32. Miscelánea, 16


Resumen
O texto propõe uma reflexão sobre a crítica e a recepção crítica da dramaturgia quinhentista portuguesa. Serão comentados três paratextos de Gil Vicente: o Prólogo do Auto de Dom Duardos, na edição de 1586; a Didascália da Farsa de Inês Pereira, na edição de 1562; e o Prólogo dirigido por Gil Vicente a D. João III, no início da Copilação de suas obras. Tem-se como hipótese que o conflito de poder no âmbito político-cultural refletidos por aqueles textos mascaram uma polêmica dramática passível de ser identificada, em outras obras dramáticas quinhentistas, na configuração de duas personae literárias figuradas em alguns autos: o praguento e o discreto. Os dois são referidos reiteradamente em contexto metateatral, possibilitando ao leitor inferir o ambiente teatral quinhentista português e observar algumas de suas práticas dramáticas

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