«Job: patriarca, santo y ejemplo de la mutación de la fortuna»
Autor Avenoza, Gemma
Título Job: patriarca, santo y ejemplo de la mutación de la fortuna
Otros autores Á. Narro - J. Redondo
Título revista/libro Les literatures antigues a les literatures medievals II. Herois i sants a la tradició literària occidental
Ciudad Amsterdam
Editorial Adolf M. Hakkert
Año 2011
Páginas 1-20
Resumen
Análise das fontes textuais que alimentam as versões hispânicas medievais de Job, tendo em consideração as particularidades da versão latina, a influência da septuaginta ou as do texto hebraico e suas conotações culturais. Em língua romance, o livro de Job é um dos que não só é copiado em volumes bíblicos, mas que também circula como livro independente, o que faz aumentar o interesse e a riqueza da sua tradição textual, e que este artigo examina no seio de cada uma das línguas romance peninsulares, tendo em conta as possíveis relações entre os romanceamentos e as línguas ou tradições culturais de que partem. Em português conserva-se uma versão em língua romance num manuscrito do séc. XVI, cópia de outro do séc. XIV que é uma versão do tratado judaico Pirké Abot mas, não obstante, a tradução portuguesa depende da Vulgata. Em catalão existe uma versão integral transmitida por três testemunhos (séc. XV) e um fragmento (séc. XIV) e, em princípio, não há dados que apontem para outro texto fonte que não seja a Vulgata. A tradição castelhana é muito mais rica pois apresenta pelo menos três versões que derivam da Vulgata e outras três que derivam do texto massorético ao que temos de somar a da Bíblia de Alba, ainda por examinar detalhadamente. A estes textos há ainda que adicionar a presença de Job nos Moralia do papa Gregorio o Grande traduzidos em dois momentos para o castelhano (versões integrais), mais uma versão abreviada e um florilégio. Esta amplíssima tradição peninsular responde ao interesse pela figura de Job e pelo tema da renumeração tanto na Idade Média como nos «Siglos de Oro»
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